O Ministério Público Federal (MPF) está analisando 28 procedimentos de acessibilidade aos locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O órgão apura denúncias de falta de estrutura física e/ou ausência de intérpretes de libras em 12 estados. As informações são do G1.
Os locais de aplicação da prova são escolhidos po meio de consórcios contratados pelo Ministério da Educação. O procurador da Repúblia Sérgio Luis Pinel Dias afirmou ao G1 que é responsabilidade do ministério garantir infraestrutra adequada para a realização do exame. "O Enem é um processo, é uma política pública de fôlego, ocorre para um volume grande de pessoas e todo ano precisa ser aperfeiçoado", disse.
"Se o aluno deixou de fazer a prova, provavelmente eu vou ter dificuldade de anular o exame, mas esse erro merece ser reparado. E a responsabilidade é do MEC, ele precisa prevenir para que o problema não ocorra com os próximos alunos", afirmou Pinel à reportagem.
O Inep, reponsável pelo Enem, informou que de 2010 a 2015 houve um aumento de 226% nos atendimentos específicos, de 123% nos atendimentos especializados e de 315% nos atendimentos a pedidos de recursos ou auxílios.
“Além disso, o MEC e o Inep têm trabalhado em conjunto com o Ministério Público Federal para garantir os direitos de todos os participantes e o constante aperfeiçoamento do exame neste sentido”, diz a nota.

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